Assédio moral no trabalho

29/10/2007

Assédio moral é a exposição de trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho, de um chefe dirigida a um subordinado, desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em diversos países da Europa, América Latina e Estados Unidos.

As perspectivas são piores para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, surgirão os efeitos das novas políticas de gestão na organização de trabalho, onde predominará depressões, angústias e outros danos psíquicos.

Leis e Justiça

O assédio moral vem sendo enfrentado cada vez mais pelo Poder Judiciário que, muitas vezes, só pode ser resolvido com a intervenção da Justiça.

O assédio moral é um tipo de conduta dolosa que leva ao dano moral, que está previsto tanto na Constituição Federal (art. 5º, X) quanto no Código Civil (arts. 186 e 187).

Estatísticas

Dados de uma pesquisa realizada pelo Sindicato dos Bancários, em 2006, revelam que mais de 40% dos bancários do País sofrem agressões morais no trabalho e 30,52% se dizem estressados. Foram ouvidos 2.609 profissionais de 28 diferentes bancos públicos (48,14%) e privados (51,86%).

Segundo a pesquisa, as agressões duram, em média, quase o ano todo (11,13 meses). Em mais da metade dos casos (51,49%) ocorrem várias vezes por semana. A ocorrência é de uma vez por semana em 27,86% das agressões e de uma vez por mês em 20,65%.

Entre as 20 situações colocadas como agressivas, estão também “chefe falar mal do funcionário em público” (5,48%), “proibir seus colegas de falarem ou almoçarem com ele” (2,53%), “forçá-lo a pedir demissão” (3,41%) e “insinuar e fazer correr boato de que o profissional está com problema mental ou familiar” (3,41%), situação mais freqüente entre as mulheres.

O superior hierárquico, embora considerado o maior agressor (63%), não é o único problema no ambiente de trabalho: os colegas são apontados por 28,38% dos entrevistados e os subordinados, por 5,46%.

Emoção abalada

Na pesquisa entre os bancários, 4,37% deles já pensaram ou pensam em suicídio, 17,15% apresentam distúrbios de apetite, tremores nas mãos (21,20%), choro superior ao de costume (19,10%) e sensação de incapacidade (4,37%).

A principal conseqüência relatada é nervosismo, tensão ou preocupação (60,72%). Em menor escala, outros sintomas mais graves são manifestados. O trabalhador dorme mal (42,14%), cansa-se com facilidade (38,76%), tem se sentido triste ultimamente (37,86%), tem dores de cabeça constantes (37,37%), dificuldade para realizar com satisfação suas atividades (36,55%), sente-se cansado o tempo todo (36,36 %), tem problemas estomacais (33,40%) e má digestão (31,87%).

Enquanto 53% das mulheres se dizem estressadas, 46% dos homens têm a mesma queixa.

Comunicação e relacionamento

09/10/2007

O Blog REALIZA é um canal de aproximação entre o Grupo Idéia e os seus clientes que tem como principal objetivo saber a opinião do seu público-alvo.

A idéia do Blog surgiu porque a agência quis utilizar uma nova forma de comunicação para ouvir seus clientes, prospects e público em geral interessado nos assuntos de Marketing e Recursos Humanos.

Para o Grupo Idéia o Blog é uma importante ferramenta de comunicação e troca de informações, que possibilita um contato rápido e dinâmico, além de um feedback do público que o acessa.

O conteúdo do Blog abordará as novidades e tendências das áreas de atuação do Grupo Idéia como também trará as ações realizadas pela agência.

Mais que Responsabilidade Social

09/10/2007

Além de priorizar a transparência no relacionamento com os clientes, outra estratégia que o Grupo Idéia adotou inclui a realização de ações sócio-culturais, comunitárias e ecológicas.

Para o Grupo Idéia, Responsabilidade Social não vem de fora para dentro e, sim, ao contrário. O objetivo da agência é buscar humanidade e mostrar sua preocupação em fazer a diferença, fazendo a sua parte.

A agência começa com a consideração aos que trabalham na empresa, com o respeito às condições de trabalho oferecidas e sua contínua preocupação em atender seus clientes e fornecedores externos com qualidade.

Depois disso, pensa em Responsabilidade Social no seu conceito mais amplo, onde identifica formas inovadoras e eficazes de atuar em parceria com grupos, clientes e comunidade em geral.

No caminho da regulamentação

09/10/2007

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados, aprovou por unanimidade o Projeto de Lei número 6.746/2006, que regulamenta o setor de Marketing de Incentivo.

De acordo com o texto aprovado, “os valores pagos a título de desempenho pessoal não serão considerados salário, nem integrarão a base de cálculo de encargos sociais”, representando um importante passo para as agências que realizam campanhas de incentivo junto à Receita Federal e Previdência Social, órgãos que consideram como salário, e passíveis de tributos, as premiações oferecidas aos empregados.

O projeto, de autoria do deputado federal Júlio Redecker (PSDB/RS, falecido) que tem como relator o deputado federal Sandro Mabel (PR/GO) e foi divulgado pelo Comitê de Incentivos da Ampro (Associação de Marketing Promocional), segue agora para a Comissão de Finanças e Tributação e depois para a de Constituição e Justiça. Se não houver objeções será analisado pelo Senado, antes de virar de fato lei.

Empresa com alma

09/10/2007

Uma nova consciência empresarial está se estabelecendo. Uma empresa bem sucedida e com atividades sólidas, prioriza o respeito e a ética no tratamento de seus colaboradores, valoriza a satisfação do cliente e atua focada na melhoria da qualidade de vida de comunidades e regiões.

Atitudes como essas fazem com que os colaboradores doem toda a sua capacidade profissional e pessoal para a empresa com respeito e envolvimento, levando a uma maior lucratividade da companhia.

No livro “O Monge e o Executivo”, o autor James C. Hunter idealiza um sistema cujo foco é servir o cliente. Uma organização onde os empregados estão na linha de frente servindo aos clientes e garantindo que suas verdadeiras necessidades sejam atendidas. E que o supervisor da linha de frente comece a ver os empregados como clientes e se dedique a identificar e a preencher suas necessidades. E assim por diante.

Esse é um novo paradigma, reconhecendo que o papel do líder não é dar ordens e sim construir relacionamentos para que todos dêem o melhor de si mesmos dentro da organização.

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